"Havia uma janela paralela à porta de entrada. Uma janela aos quadradinhos onde toda a claridade solar inundava aquele quarto e iluminava o teu cabelo queimado do sol. Era bom ver-te acordar já com esse sorriso preso à cara, era bom ver o reflexo do mar logo pela manhã nos teus olhos. Tudo era bom."
A janela não está paralela à porta de entrada, mas é aos quadradinhos, aliás, tem quatro quadradinhos e toda a claridade solar inunda o nosso quarto e ilumina o teu cabelo que ainda está queimado do sol.
De todas as percepções reais que tenho, das poucas que tenho, vá... Tu és a mistura da realidade e da fantasia, do presente e do futuro e, se os meus medos te assustam, imagina-me quando penso que esses medos nem sequer possam chegar a existir para te assustarem no nosso infinito. Eu perco a nossa linha de vida na minha cabeça e faço o que te faço por saber que o meu futuro racional ao teu lado deixa de existir em mim e expande-se na minha falta de crença, que não passa de um pesadelo.
Quero-te para sempre e nunca me deixes * M
"Tudo é bom."
A janela não está paralela à porta de entrada, mas é aos quadradinhos, aliás, tem quatro quadradinhos e toda a claridade solar inunda o nosso quarto e ilumina o teu cabelo que ainda está queimado do sol.
De todas as percepções reais que tenho, das poucas que tenho, vá... Tu és a mistura da realidade e da fantasia, do presente e do futuro e, se os meus medos te assustam, imagina-me quando penso que esses medos nem sequer possam chegar a existir para te assustarem no nosso infinito. Eu perco a nossa linha de vida na minha cabeça e faço o que te faço por saber que o meu futuro racional ao teu lado deixa de existir em mim e expande-se na minha falta de crença, que não passa de um pesadelo.
Quero-te para sempre e nunca me deixes * M
"Tudo é bom."
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