domingo, 28 de março de 2010

d'accord.

this blog was designed so that i could throw all the things which crossed my mind or heart.

i never found someone better than you and everytime i say i love you, you feel the duty to say you love me more and if i say so, you deny it.

i'm not disappointed with us, or with you. i'm disappointed with our life. our best expectations are based in seven or six glasses of beer. we see each other for 24h/d. we awake up together, we eat together, we go to supermarket together and we barely fight for something.

the problem is i'm not able to live without you anymore. it's not because you're the only person next to me, it's not because here you're the one who really cares about me. it's easy to catch me in this tread, i just need to close my eyes and realise about my future, where my house will be empty of you, empty of your usual habits as spreading your clothes and shoes over the floor, smoking your killing cigarettes by the morning, making your coffe without any sugar...

do you remember when i used to speak about my last boyfriend or about one of them? you hated. technically is the same with me, i also hate when you talk about details of your relationships. do not talk about making "love" in cars.

i feel bad about myself these last months. insecure and some other things related to that.
you're young, beautiful, fucking intelligent, you don't need to sacrifice anything for me right now.

i think when i say "i love you" you should respect. you don't need to fix me, i'm not broken anymore. even if i was, it's not fixable.


i love you, Kaiser.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

SP needs to declare emergency state, now.

Do you remember this?




It was yesterday.

All the joy that we spread together stays in my heart trying to get out of this ungreateful prison. How long do we need to get strong enough to be two in one again?

Even the smell of cigarette recalls you to my thoughts...

Can we break fifteen days in a blink, please?

domingo, 13 de dezembro de 2009

"lame" love text.

i feel my heart exploding and i know i already said that to you.
i need to express all the things that i feel for you in other language that's not mine, but we both try and try...

i love you it's not enough anymore. Je t'aime and Eu amo-te are also falling apart. it's more than that, and it's not because We said i love you earlier...

i'm afraid to lose you, you're too precious to the world and for me.
all the words in this diary were not so intense as the words that i am writing right now, for more simple they are. that's why i am not erasing anything. for the past i think it's only you.

i wish i could spend the rest of my life in a journey with you, all over the world, over the green grass, over the ocean, over you.





"The world was on fire and no one could save me but you".

domingo, 12 de julho de 2009

I (eu)

Eu nasci em Agosto, por um equívoco. Se a minha mãe não tivesse saltado daquele banquinho de madeira, que ela subia para estender a roupa, eu não tinha sido honrada com este signo de temperamento horrível, que vou carregar até ao resto dos meus últimos dias... A verdade aparente é que, na realidade, eu nem sequer queria nascer*.
A bolha onde me criaram, sem bactérias, viroses ou até ácaros, impediu a minha imunidade de se desenvolver e eu vivi parte da minha infância num leito e em delírios provocados pela febre. Talvez, tenham sido poucas vezes em que eu padeci de doenças graves, mas pelo que lembro e pelo que me contam, até foram muitas.
Uma vez, já não sabiam o que fazer.
A empregada colocou uma mistela castanha nos meus pés (que eu achava que era caldo Knorr) e depois calçou-se com umas meias muito branquinhas, que provavelmente devem ter ido parar ao lixo depois. Dessa vez, eu conformei-me com a minha morte. Ouvia rezas lá fora, acordava com as cortinas brancas e compridas do quarto da minha mãe a esvoaçarem e percebia, de dia para dia, que ia ser o fim. O fim para mim, não vinha carregado com muita mágoa ou pena de perder algo, era uma conformação saudável e infantil, pura.

Agora, eu sou assim porque lembrei-me que a minha conformação vai ser mais severa nesta etapa da minha vida. Porque eu vou chorar muito se tiver de ser. Então, todos os dias, lembro-me disto para não ser apanhada de surpresa e, ainda por cima, imagino coisas más.

I hate that bubble...

sexta-feira, 3 de julho de 2009

A partir daquele trágico mês de Dezembro, deixaste de querer saber.
Eu não entendo porque é que não vês que já não me amas há muito tempo e não me deixas ser livre pra quem quiser amar (me). É pena? É vontade de querer perdoar mas sem sucesso?
Não venhas é com histórias de que "se quiseres ser livre és livre", não.
Se eu quiser ser livre de ti, eu sei bem como o fazer.
As coisas para ti, parecem-me, que têm de ser expressar num monitor para conseguires assimilar.
Eu gosto de ti, mas se continuas a agir como se eu fosse aceitar tudo, só porque eu morro de medo de perder-te, então estás errado. Sinceramente, não sei então qual é o teu objectivo. Para quê "ter-me" se nem sequer estás preocupado em estimar-me como eu te estimo. Se te atiro as coisas à cara, é para teres noção das coisas e pequenos sacrifícios que faço por ti, porque aparentemente para mim é tudo fácil.
Se "vives" e "vives" bem, como disseste no elevador, então tudo bem, ainda bem.
Eu amo-te. Se já deixaste de o fazer, dizes-me que eu vou chorar para longe de ti. Mas se achas que não é bem assim que as coisas devem ser feitas, então estima-me... Não me mandes parar de dizer que tenho saudades tuas, não me ignores no supermercado, sei lá. Eu ainda vivo aqui. No teu pequeno mundo.



Existindo a hipótese de me ir embora.. It's up to you.

sábado, 30 de maio de 2009

open your eyes

"Vamos começar de novo" - sussurra uma voz lá ao fundo, distante...

Vamos dar o primeiro beijo à beira da estação, ou talvez na galeria que fica na praça... Para mim, escolhes tu qual foi o primeiro beijo e, acho que já escolheste o da estação. Mas eu gosto bastante do beijo da praça, pelo que me contaram foi bonito. Talvez um dia eu lembre.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Maybe I'm broken.

Eu sinto-me como dantes, mas ao mesmo tempo, sinto-me muito menos do que antes.
O meu coração parece estar a ser transplantado por um cirurgião descuidado e com umas luvas mais escorregadias do que as normais. Parece-me que a qualquer momento, vai tombar.
Dá para notar que eu não sou aquilo que era para ti antes, que tu achas que eu mereço muito menos, que eu não valo a pena por certas coisas...

Não consigo saber ao certo se sou ou não importante para ti, porque tu ao pé de mim pareces querer ser vazio, pareces querer ser outra pessoa que não és. Tu com outras pessoas à tua volta, se calhar és mais tu e mais feliz. Se calhar eu já não sirvo mais para ti, se calhar o teu subconsciente já não gosta de mim.

Se calhar, eu pensei que este tempo todo que fiquei sozinha fortaleceu-me, mas não. Se calhar só me deixou mais ciente das coisas e menos segura de outras... Se calhar eu estou estragada.